domingo, 24 de julho de 2011

Julgamentos

Diz o ditado: "Diga-me com quem tu andas que eu te direi quem tu és", ditado mais errado esse, as pessoas que eu ando não dizem quem eu sou, pois sou uma mistura de tudo.
Somos muitas vezes julgados pelas coisas que fazemos, roupas que vestimos, pelas pessoas que conhecemos. Eu tenho muita facilidade pra conhecer pessoas e conheço muita gente, desde o mais formal e chique ao vagabundo, amo todos eles e aprendo muito mas não sou como eles.
Tenho minha identidade e não sou nenhum pouco influenciável, as coisas boas ou ruins que eu faço, faço porque eu quero.
Falta do que fazer ficar julgando os outros. Esses falsos julgamentos só me fazem crescer mais pra provar quem sou e do que eu sou capaz.
Observo os casais apaixonados e todo aquele carinho e cuidado que um tem pelo outro que todo começo tem mas, com o tempo vai mudando.

Me dá uma nostalgia do tempo que eu tinha esses cuidados, atenção e carinhos... do tempo que eu tinha uma pessoa do meu lado a toda hora, e gosto tanto disso.

Ficar sozinha me fez conhecer mais cada detalhe e dá o meu olhar especial em: coisas, lugares, pessoas, pensamentos, os homens, livros e eu mesma. Ás vezes gosto de ficar só, pra abservar como tudo se comporta mas, ás vezes me sinto tão só que vem aquela saudadezinha e é dessa parte que não gosto.

Quando chega a noite ainda espero por uma ligação ou alguém pra perguntar como foi meu dia, pra me chamar de amor... pra dizer te amo.

13/ 07

O meu rock é agitado, é louco, discarado, eletrizante. É uma manifestação de sensações, uma mistura de tudo, de novo e velho.
É minha alegria, meu movimento, meu mundo... é onde eu gosto de estar tanto sozinha quanto acompanhada.
É meu eterno amor... posso brigar, ter algumas paixonites passageiras mas, sempre voltamos a ficar juntos.
O meu rock é meu companheiro, meu amor, meu psicólogo, minha cabeça.
Me entende, sabe o que preciso ouvir. Minha mente absorve seu som de guitarra, bateria, baixo, violão, vocal, sinto o toque das cordas da guitarra e as batidas das baquetas na bateria ... e fico em paz, meu ambiente é o escuro, cheio ou só, é uma mistura de pessoas, bebidas, cheiros e fumaça... é assim e eu gosto. Me sinto em casa no meio da rua, na madrugada, na multidão.

" Rock não é uma lagoa, é um rio correndo para o mar, é movimento. [Cazuza]"